Bailarina, que outrora era surdina de poesia
e hoje, faz-se presente na minha vida
tornando-me quasímoda de poesia.
Bailarina
que outrora se fazia presente hoje, se esconde dentre as peônias
coloridas da primavera. Violáceo é o anil de tuas íris. Perdoe-me, mas
eu não posso deixar de falar dos olhos dessa menina e muito menos dos
lábios de mel. É uma face angelical e um jeito de fada que encanta.
Aparenta até ser uma quimera de devaneos oníricos as poesias que faço
sobre ela. Eu poderia passar o dia em claro só para tentar escrever
alguma coisa mágica em relação à doce primavera da minha vida mas eu não
encontro gestos, poesias, contos, versos e nem nada que se encaixe no
paroxismo hermético que eclode dentro do coração daquela bailarina.
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