quinta-feira, 21 de junho de 2012

Depois da chuva...

O estrepitar inquieto da chuva permanecia sem parar durante aquela noite onde o silêncio dominava o elucidar de dois corações apaixonados se tornando um só dentre um lençol de cama. Num interlúdio abrupto diz-se ao escuro ‘eu te amo’ sussurado ao pé do ouvido da amada. Era o miocárdio do paroxismo de um amor segreda e quase que doentio. Alcova resfolegante ao gemidos baixinhos de puro prazer. Fronte ao homem que a chamava de ‘minha menina’ pudera observar as íris de um tom mel misturado com verde suave. Ó… sopitável mundo nevoento. (…)

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