quinta-feira, 21 de junho de 2012
Una lettera senza poesia
Vamos mistificar esse amor sem escrúpulos. Não dê um passo para trás
agora, meu bem-querer. Você foi sádico com os meus sentimentos desde o
princípio, e eu bobinha adorando toda aquela fantasia deixe-me levar por
suas mentiras. Ardilosamente fui-me destruindo por dentro como se o que
existia de melhor tivesse sido arrancado do meu peito. Acha mesmo que
toda essa ilusão foi indolente para mim? Enganou-se. Eu imporei por
eutanásia e me deram distanasia. Erraram na dose e me mataram por
dentro! Deixe-me sozinha, por favor. Do pandemônio que é você eu não
quero mais drenar nem um tipo de sentimento suscetível. Adeus.
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