quinta-feira, 21 de junho de 2012

O teu sorriso, leãozinho...

Sob o interlúdio recíproco de sentimento inexistentes eu vejo que tudo é uma coisa só. Uma palavra não dita e um olhar não percebido. Estás distante, querubim. Tanto que eu nem consigo mais te ver e muito menos te sentir. Sinto falta das tuas palavras, o teus olhares e do seu sorriso. Ah! O seu sorriso. Seus olhos são como o inverno invadindo a primavera. Mas ele veio tão gracioso e cheio de brandura que é irresistível. Eu quero me perder de novo nessas íris azul índigo que me enchem de paz. Mas nesse teu mar de íris tão belas guarda tantos segredos e tanta dor, meu bem-querer. A essência que vai se espargindo translouca por dentre nós dois é tão intensa. O mugir do meu amor  quasímodo de poesia está por atormentar-me os dias. Esse amor que se esvaecê por dentro, é você. Deixa eu azulear essa antítese que enaltecê o recinto. N’um mundo amiúde que é o nosso, deixa perdurar esse sentimento tão sacro. Deixa acontecer, deixa ficar, deixa eu encontrar, deixa eu te amar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário